Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Biblioteca Escolar ESJP

18
Nov21

MUSEU DA MARIONETA | 20 ANOS

BE - ESJP

museu-marioneta.jpg

O Museu da Marioneta foi criado em 1987 pela Companhia de Marionetas de São Lourenço. Em 2000, a falta de apoios ou subsídios institucionais comprometeram a viabilidade económica e a manutenção desse projecto, mas a importância do acervo levou a Câmara Municipal de Lisboa, através da empresa municipal EGEAC, a celebrar um acordo com a proprietária da colecção original, o que permitiu a manutenção do museu e a sua transferência para o Convento das Bernardas, um espaço com as condições de dignidade que merece.

Desde 2001, o Museu da Marioneta está instalado no Convento das Bernardas, no Bairro da Madragoa, no centro de Lisboa.

Desde a reabertura do Museu da Marioneta em 2001 no Convento das Bernardas, no Bairro da Madragoa, bem no centro de Lisboa, foi o seu acervo continuamente reforçado e alargado abrangendo práticas e países que anteriormente não eram representados. Este enriquecimento foi em grande parte possível graças ao envolvimento, desde a sua reabertura, do colecionador Francisco Capelo, a quem pertence uma parte importante do espólio depositado no Museu da Marioneta, nomeadamente de máscaras e marionetas Asiáticas, Africanas e, mais recentemente da América Latina. Existe uma vontade do Colecionador em doar uma parte deste valioso e importante depósito ao Museu da Marioneta.

Ver mais AQUI

 

 

 

16
Nov21

DIA NACIONAL DO MAR

BE - ESJP

dia-nacional-do-mar.jpg

Neste dia decorrem várias iniciativas em Portugal tendo em vista mostrar a importância do mar para a economia e para o desenvolvimento nacional.

Importância do mar

O mar assume uma importância estratégica para Portugal, sendo um setor vital para a economia portuguesa e para o produto interno bruto (PIB).

De acordo com dados divulgados em 2013, o mar português dá trabalho a 100 mil pessoas e representa uma riqueza anual de 8 mil milhões de euros.

Origem da data

A celebração do Dia Nacional do Mar teve origem na "Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar", que entrou em vigor a 16 de novembro de 1994. Portugal ratificou o documento em 1997.

Esta convenção é muito importante, pois é a partir dela que são estabelecidos, entre outros, os limites marítimos inerentes à Zona Económica Exclusiva e à Plataforma Continental.

Portugal é um país fortemente ligado ao mar, ficando marcado para a posterioridade como o país dos Descobrimentos marítimos.

Neste dia pode visitar Belém e o Museu da Marinha, por exemplo, onde se realizam iniciativas especiais ligadas à data.

 

16
Nov21

JOSÉ SARAMAGO | CENTENÁRIO

BE - ESJP

livros-de-josé-saramago.jpg

Assinala-se a 16 de novembro de 2022 o centenário de José Saramago. Tal como em circunstâncias semelhantes acontece com outros grandes vultos, a efeméride constituirá uma oportunidade privilegiada para a consolidação da presença do escritor na história cultural e literária, em Portugal e no estrangeiro. E também para se prestar homenagem à sua figura como cidadão.

Aquela consolidação envolve a revisitação de uma atividade literária e cívica que marcou a cena portuguesa e internacional durante décadas, mas que vai além disso; inclui-se nela a afirmação de uma obra com uma vitalidade inquestionável, bem como a acentuação do pensamento social, político e ético de José Saramago. E também o que desse pensamento ressoa no nosso presente. A Carta dos Deveres e das Obrigações dos Seres Humanos sintetiza, pelo seu espírito e pelos seus efeitos, muito do legado saramaguiano.

A atribuição do Prémio Nobel da Literatura confirmou uma consagração internacional que fez de José Saramago uma personalidade com grande significado, para além das fronteiras de Portugal. Assim, Saramago define-se hoje como um “escritor do mundo”, com presença expressiva em manifestações artísticas, educativas, políticas e sociais com vasta disseminação e efeitos variados. Incluem-se nesses efeitos os que decorrem da presença da obra saramaguiana no nosso sistema de ensino e na difusão da língua e da cultura portuguesas no mundo.

Em articulação com outras entidades, a Fundação José Saramago está a preparar um amplo programa de evocação do centenário, distribuído por quatro eixos: o eixo da biografia, dando atenção ao trajeto biográfico, formativo e cívico do escritor, em relação com a sua produção literária; o eixo da leitura, entendendo-se o centenário do escritor como momento adequado para se revigorar a leitura da sua obra e também para conquistar novos leitores, desejavelmente jovens; terceiro, o eixo das publicações, tanto no plano das obras evocativas, de divulgação ou de extensão transliterária, como no das edições ilustradas, com iconografia do escritor e da sua obra; o eixo das reuniões académicas, uma vez que José Saramago é um escritor com forte presença na academia, em Portugal e no estrangeiro, motivando reuniões científicas em diferentes locais.

Pode antecipar-se desde já que o centenário de José Saramago desencadeará iniciativas de entidades muito diversas, em Portugal e noutras partes do mundo. Nesse contexto, a Fundação José Saramago (FJS) assumirá o papel central que lhe cabe, respeitando, evidentemente, a autonomia dos atores e das instituições que venham a dar contributos próprios ao centenário.

Carlos Reis, Comissário para o Centenário de José Saramago, fevereiro de 2021

Ver mais AQUI

 

08
Nov21

20ª SESSÃO DO CLUBE DE LEITURA PNL 2027

BE - ESJP

71vZu3dwkdL.jpg

Em meados do século XVI o rei D. João III oferece a seu primo, o arquiduque Maximiliano da Áustria, genro do imperador Carlos V, um elefante indiano que há dois anos se encontra em Belém, vindo da Índia.

Do facto histórico que foi essa oferta não abundam os testemunhos. Mas há alguns. Com base nesses escassos elementos, e sobretudo com uma poderosa imaginação de ficcionista que já nos deu obras-primas como Memorial do Convento ou O Ano da Morte de Ricardo Reis, José Saramago coloca nas mãos dos leitores esta obra excecional que é A Viagem do Elefante. (texto disponíbilizado pela Wook).

As comemorações do centenário de José Saramago começam em novembro de 2021 prolongando-se até 16 de novembro de 2022, dia de aniversário do escritor. Durante doze meses teremos o privilégio de festejar o escritor e a sua obra. Leia também Um Autor por Mês: José Saramago

Assinalando a abertura do Centenário, no dia 16 de novembro de 2021 realizar-se-ão, em 100 Escolas Básicas portuguesas, sessões de leitura do conto “A Maior Flor do Mundo”. As informações sobre a iniciativa estão disponíveis em Leituras Centenárias.

Mais informação AQUI

 

 

21
Out21

MARIA JUDITE DE CARVALHO ( 1921-1998)

BE - ESJP

m judite carvalho.jpg

Em 2021, comemora-se o centenário do nascimento de Maria Judite Carvalho. O PNL2027 associa-se a estas comemorações, divulgando a sua obra, estudos e livros sobre a autora, assim como outros eventos. 

Maria Judite de Carvalho (1921-1998) escritora portuguesa, unanimemente considerada uma das vozes femininas mais importantes da literatura nacional do século XX.

 

Ler mais AQUI

 

18
Jun21

FUTEBOL E EDUCAÇÃO

BE - ESJP

tec fut.png

O PAPEL DOS PAIS NA VIDA DESPORTIVA DOS FILHOS E A SUA TRANSMIÇÃO DE VALORES

Nos tempos que correm a participação dos pais nas atividades dos filhos é frequente e de salutar. Esta participação é feita a todos os níveis quer seja escolar, social, desportiva ou lúdica. Para isso devem tanto os pais como os filhos sentirem-se agradados com a presença de ambos e não serem motivos de «stress».

A verdade é que os pais não estão, na maior parte das vezes, preparados para serem pais de atletas. A vida altera-se quando o filho entra no desporto e muita da rotina familiar é feita em função dos horários desportivos do filho. Acrescentar a isto que os fins de semana também são condicionados pela participação do filho na competição. Daí inúmeras vezes os pais indignarem-se pela pouca ou nenhuma utilização do filho no jogo. O stress a que se sujeitam e para o qual não estavam minimamente educados para tal.

Temos de uma vez por todas envolver os pais na realidade dos clubes fazendo-os perceber a dinâmica do clube para que possam de uma forma mais assertiva colaborar na prática desportiva. 

Existirá sempre nesta prática o perigo de um envolvimento abusivo que pode resultar em conflitos e destabilização quer do filho, quer da equipa. Mas hoje essa participação já existe e sem regras. Os pais assumiram a «gestão» da formação dos clubes porque estes faliram e desinteressaram-se da mesma. É consensual que o entendimento e a comunicação entre pais e jovens atletas é uma experiência positiva importante para a criança.

Do desporto das redes sociais e dos paineileiros da televisão para os campos não existe filtragem.

Daí, também, serem normalmente os pais que vivem os jogos como se fossem eles que estivessem a jogar os que tendencialmente insultam os árbitros, sejam eles árbitros adultos ou, mais absurdo ainda, jovens que estão a iniciar a atividade. Em casa repreendem os filhos quando dizem asneiras e não permitem que se insultem pessoas, mas quando estão no jogo os princípios de educação enunciados em casa desaparecem.

A pergunta da criança é, “mas afinal dizem-se ou não se dizem asneiras?! Insultam-se ou não se insultam pessoas?” Nada é mais educativo que os exemplos, e não é com maus exemplos que melhor educam. Se acreditamos que o desporto para os mais jovens é um processo educativo e formativo, todos devemos contribuir para essa finalidade, a começar pelos pais.

É necessário aprender a conviver com esta realidade: todos somos potenciais desestabilizadores, mas, com valores humanos e uma educação adequada e atempada, podemos enfrentar a situação com êxito e fazer com que esta sucessão de problemas tenha um impacto mínimo.

Desta forma, os pais, tanto na vida como no desporto, ou na vida através do desporto, devem ter consciência de que o seu agir é observado com muita atenção por parte das crianças, que veem os pais como o primeiro e principal modelo a imitar e a seguir.

A criança cresce e desenvolve-se à imagem do contexto em que está inserida e de acordo com os valores que a regem. Neste sentido, os modelos que observam a partir de casa penetram mais fundo no seu comportamento, do que qualquer exercício de retórica que estes possam tentar sublinhar.

“Faz o que eu digo, não faças o que eu faço” é um ditado popular que não serve de modelo de transmissão de valores para os filhos, pois o exemplo é o que se apreende e marca.

No processo de transmissão e construção de um quadro de valores desportivos, mas acima de tudo sociais, os pais, enquanto primeiros e principais responsáveis pela educação dos seus filhos, revelam-se autênticos guias, que através do seu estímulo, mas também do seu exemplo, permitem e exponenciam a capacidade dos seus filhos assimilarem e compreenderem os valores inerentes à sua prática desportiva. Da mesma forma que um comportamento antagónico, socialmente inadequado, reforça nos seus filhos a assunção destes como atitudes normais e, portanto reproduzíveis dentro do fenómeno desportivo.

As crianças apreendem com maior frequência aquilo que vivenciam do que aquilo que lhes é dito. Se forem constantemente confrontadas com maus exemplos, vão acabar por tomá-los como bons, pois é a realidade em que se encontram.

Os pais devem transmitir aos filhos que estes têm de dar o melhor de si mesmos para superar os obstáculos e não esperar que o adversário fraqueje ou que ocorra uma influência externa. O objetivo pode ser vencer, mas todos temos de ser melhores, de evoluir diariamente.

A criança/jovem tem direito, tem mesmo a necessidade, de sonhar. O crescimento implica várias fases. O sonho está, e deve estar, sempre presente no seu desenvolvimento. O sonho começa a traçar um caminho, estimula a criatividade e abre novos horizontes.

Uma meta que possa não ser alcançada não é definitivamente um fracasso. Nem sempre somos os melhores. O campeão não é o que não cai, mas sim o que se levanta a seguir à queda.

Vítor Santos

Embaixador do Plano Nacional de Ética Desportiva

18
Jun21

SARAMAGO | 1922-2010

BE - ESJP

saramago18.jpeg

José Saramago: um memorial do filho pródigo de Azinhaga

José de Sousa Saramago. É este o nome que perpetua Azinhaga e o seu concelho, Golegã, no mapa português. As origens são modestas, origens que remontam às tradições agrícolas familiares. 16 de novembro de 1922 vê, então, o seu filho pródigo nascer, vendo-o partir dois anos depois para Lisboa, a capital do país. No entanto, por mais que o conhecimento concentrasse os seus desejos e as suas atenções, a sua família passava por privações económicas e o jovem Saramago, que desejava a universidade, viu-se formado numa escola técnica, trabalhando como serralheiro mecânico. No entanto, isso não inibiu a sua paixão livresca, com as noites a serem usufruídas na Biblioteca Municipal, no agora Palácio Galveias.

A tentação de iniciar a escrita conheceu a sua primeira publicação formal em 1947, com “Terra do Pecado”, uma obra que seria revalorizada nos anos 90. Este lançamento culminou com o nascimento da sua filha, Violante, fruto do casamento com a artista Ilda Reis. Este seria o primeiro matrimónio de dois, tendo, entre ambos, vivido com a autora Isabel da Nóbrega. De 1988 até à sua morte, viria a estar com Pilar del Rio, jornalista e tradutora espanhola, que conheceu dois anos antes, relação que é documentada em “José e Pilar” (2010), num documentário de Miguel Gonçalves Mendes; para além dos “Cadernos de Lanzarote” (1993-1998), com o seu quotidiano e suas reflexões e indagações sobre o mundo e demais obras literárias e filosóficas. O seu percurso profissional passou por ser funcionário público, embora o complementasse com algumas traduções que foi fazendo, de autores como Leon Tolstoi ou Charles Baudelaire.

Ler + AQUI

08
Jun21

DIA MUNDIAL DOS OCEANOS | 8 de junho

BE - ESJP

mediterranean-sea.jpg

As Nações Unidas marcam neste 8 de junho o Dia Mundial dos Oceanos com foco na Inovação para um Oceano Sustentável.

Em mensagem, o secretário-geral disse que perante a atuação pelo fim da pandemia e melhor recuperação, existe uma oportunidade única e responsabilidade de corrigir a relação humana com o meio ambiente incluindo mares e oceanos.

Saber mais AQUI