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Biblioteca Escolar ESJP

21
Jun21

TUDO O QUE EU QUERO | EXPOSIÇÃO NA GULBENKIAN ATE 23 DE AGOSTO

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exposição Tudo o que eu quero, com cerca de 240 obras de 40 artistas portuguesas, criada para contrariar a invisibilidade feminina na História da Arte, ficará disponível online a partir desta terça-feira na plataforma Google Arts & Culture.

De acordo com a plataforma, por ser digital, os curadores da exposição resultante da iniciativa do Ministério da Cultura e da Fundação Calouste Gulbenkian incluíram nesta versão online mais obras do que as que constam na exposição física, inaugurada a 31 de Maio, na sede da fundação, em Lisboa, onde ficará até 23 de Agosto, com entrada gratuita.

Segundo a Google Arts & Culture, além disso, através de realidade aumentada e recurso a um telemóvel ou outro dispositivo móvel, qualquer utilizador pode projectar as obras da exposição em sua casa permitindo uma experiência imersiva.

(...)

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27
Mai21

TRATADO DE PINTURA DE 1700 | EM EXPOSIÇAO NO ESPAÇO DA BIBLIOTECA

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Livro impresso a uma só cor, composto por 396 páginas, acrescidas de dez folhas inumeradas na abertura do livro, cinco folhas desdobráveis, também sem numeração, contendo oito esquemas visuais, inseridas no final, e quatro gravuras de página plena, em folhas independentes, encarceladas, precedendo cada um dos capítulos.

A obra principia pela folha de rosto, também encarcelada e sem ornamentação, contendo no verso um extracto do privilégio real que autorizou a publicação da primeira edição - de 28 de Março de 1699 -, válido por oito anos. Segue-se o prefácio, inumerado, ornamentado com tarja gravada, inserida na margem de cabeça, contendo as armas reais francesas ladeadas por duas cornucópias de onde saem flores e frutos. O texto principia por inicial ornada, inserida na coluna de texto, sendo rematado por um cesto de flores que ocupa quase meia página. Nas advertências, ainda nesta primeira parte sem numeração, o autor identifica um dos gravadores - Antoine Rivalz -, responsável pelas quatro gravuras de página plena, e faz uma breve explicação dos temas iconográficos que precedem os capítulos principais do tratado, chamando a atenção para a cruz da província do Languedoque que é representada sobre o escudo de Minerva. Esta primeira parte inumerada encerra com um extracto mais desenvolvido do privilégio real e com a errata.

O primeiro capítulo - Traite sur la Peinture. Premiere dissertacion, contenant sa definition, sa division, et sa noblesse (pp. 1-41) - é antecedido pela primeira gravura representando a Musa da Pintura, no eixo central da composição, rodeada por cinco figuras da mitologia greco-romana, a saber: Saturno (Cronos), ocupando a zona inferior, identificado pela ampulheta e pela foice; à direita, Minerva (Atena), de elmo e lança, segurando na mão da personificação da pintura; em cima, à direita, Vénus (Afrodite), deusa do amor e da beleza; à esquerda, tocando arpa, Febo (Apolo), deus da luz e da harmonia; e, na lateral esquerda, Mercúrio (Hermes), mensageiro dos deuses. A organização da primeira página de texto, que se irá repetir também nos restantes capítulos, segue uma formulação idêntica ao prefácio, inserindo na margem superior uma tarja ornada com uma flor-de-lis fitomórfica ao centro, ladeada por dois seres fantásticos, envolvidos por ramagens floridas. O texto é rematado com uma tarja gravada com a representação de uma ave (mocho?), em posição de voo, segurando um tento no bico, e pela inscrição latina MVLTA RENASCENTVR. Segue-se o

suplemento da primeira dissertação sobre la dignité de la Peinture, sur l'Histoire des peintres de l'antiquité, et des restaurateurs de cet Art (pp. 42-82).

O segundo capítulo - Traite sur la Peinture. Dissertacion seconde, Qu'est-ce que le Dessein, e des moyens de s'y avancer (pp. 83-120) -, mantendo a mesma empaginação, é acompanhado pela segunda gravura onde a Musa da Pintura, de costas para o observador, dialoga com Minerva em frente do templo daquela deusa, acompanhadas por três puttos representativos das três artes, a saber: a pintura, à direita, no topo da composição, carregando a paleta e os pincéis; a escultura e a arquitectura, em baixo, no canto inferior direito, segurando, respectivamente, o maço e a régua. À semelhança do capítulo precedente o texto termina com uma tarja contendo um símio portando três instrumentos das referidas artes: o pincel, o teque e o compasso, acrescida da seguinte inscrição: NATVRA DVCE. ARTE COMITE. O suplemento da segunda dissertação versa sobre a estrutura e as proporções do corpo humano (pp. 121-176), terminando com o cesto de flores já atrás utilizado.

A terceira gravura introduz a terceira parte do tratado - Traite sur la Peinture. Troisieme dissertacion Du Coloris, en quoy il consiste, et du choix qu'on en peut faire. (pp. 177-228) - e representa a Musa da Pintura pintando Juno (Hera), esposa de Júpiter, rainha dos deuses na mitologia romana, claramente identificada pelos pavões, a sua ave favorita; temática que se repete na inicial ornada com que principia o texto na página da direita e na tarja que encerra o capítulo, acompanhada pela inscrição LVCIS ET VMBRÆ, CONCORDIA. Esta pequena gravura (63 x 93 mm), está assinada pelo autor com letras invertidas: P. DVCHENE. Segue-se o suplemento da terceira dissertação, dedicado ao estudo da cor (pp. 229-282).

A quarta parte do tratado - Traite sur la Peinture. Dissertacion quatrie'me De la composition. (pp. 283-343) -, como o título explicita é dedicada à composição e é antecedido pela última gravura, onde a Musa, com um elegante cânone alongado é representada no eixo central da composição, encimada por Minerva, em escorço, sussurrando-lhe ao ouvido. A cena decorre num espaço interior, repleto de livros e referências às três artes. O capítulo encerra com uma vinheta onde se representa um mocho pousado sobre um conjunto de livros e a inscrição DIVINA PALLADIS ARTE. No verso da mesma folha, a meio, uma tarja com dois anjos abraçados sobre um festão de frutos preenche o espaço vazio. Segue-se um Tratado de optica - Traite d'optique, pour suplement' a la quatriême Dissertation sur la Composition (pp. 345-380) - em complemento do capítulo precedente,

ilustrado com oito gravuras reproduzidas em cinco folhas desdobráveis, integradas no final do livro. E, de permeio, o índice detalhado (pp. 381-396).

Sobre o autor do tratado, o tolosano Bernard du Puy du Grez (1639-1720), sabe-se que foi advogado do parlamento de Toulouse e um amante das Belas Artes. Em 1694 fundou uma Escola pública de desenho que, posteriormente, deu origem à Academia Real de Pintura de Toulouse. As quatro gravuras de página plena, foram desenhadas e gravadas por Antoine Rivalz, estando todas assinadas em letras invertidas, como de seguida se transcreve: A. Rivalz Tolosas in et incidebat romæ 1695 (canto inferior direito); A Rivalz in et incidit (à esquerda, sobre o segundo degrau); A. Rivalz T[olos]as et incidebat (em baixo, à direita, sobre o pedestal que suporta o vaso); e A. Rivalz Jn et incidebat (canto inferior direito, sobre a capa de um livro pousado no chão).

Antoine Rivalz, pintor e gravador, filho do pintor e arquitecto Pierre-Jean Rivalz (1625-1706), nasceu em Toulouse em 1667 e aí faleceu em 1735. A sua primeira formação foi feita no atelier do pai, com a colaboração do escultor Marc Arcis (1655-1739) e do gravador Raymond Lafage (1656-1684). Entre 1685 e 1687 frequentou a Academia Real de Pintura e escultura de Paris. Regressou a Toulouse, onde trabalhou durante algum tempo, e depois foi para Roma, tendo aí permanecido até 1703, altura em que volta definitivamente para a sua cidade Natal, assumindo o cargo de pintor camarário. As gravuras que integram este livro foram executadas em Roma, conforme se depreende da inscrição firmada na primeira gravura, datada de 1695.

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A exposição dos trabalhos dos alunos de 9º Ano de escolaridade sobre o Tratado de Pintura de Dupuy Du Grez, de 1700, apresenta diferentes técnicas sobre o estudo das gravuras nele apresentadas. Algumas turmas (com a professora Delmira Custódio) demonstram o trabalho minucioso ao nível do estudo do claro-escuro, com a técnica de grafite, das gravuras do Tratado. Outra turma (com a professora Luciana Gregório) aplicou a técnica das próprias gravuras do Tratado (xilogravura), talhando a matriz da impressão em madeira. Recorrendo à técnica de linóleogravura, outras turmas (com a professor Afonso Andrade e Sousa) apresentam impressões através de uma matriz mais recente (linóleo). As diferentes técnicas aqui expostos retratam o trabalho desenvolvido em sala de aula por estes alunos e a perceção do que é preciso saber em pintura (técnicas e regras), tal como Dupuy Du Grez pretendia com o seu Tratado de Pintura, o qual também pode ser visualizado numa das vitrinas da biblioteca escolar, junto da exposição.
 

 

 

 

26
Mai21

DESENHO E CINEMA

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O Cinema e as demais formas artísticas de expressão, como o desenho, a pintura, a fotografia artística, entre outras, estão destinadas a uma associação que envolve intermináveis possibilidades.

O Cinema enquanto forma de “expressão específica”, será sempre uma riquíssima fonte de inspiração para a realização de obras de arte realizadas por vários artistas plásticos, como é o caso do artista plástico Andy Warhol.

Deste modo podemos considerar o Cinema como elemento educativo a ser levado para sala de aula no contexto de uma possível relação de análise e de interação com o desenho e a pintura.

No âmbito da parceria com o Plano Nacional de Cinema os alunos das turmas 10.º I e 12.º G, da área das artes visuais da escola Jorge Peixinho, foram desafiados através dos seus lápis e pinceis, a representarem retratos e personagens emblemáticas do cinema.

 

24
Mar21

ARTUR DO CRUZEIRO SEIXAS - SUGESTÃO DA SEMANA PNL

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“Decano da arte portuguesa e um dos grandes nomes do Surrealismo português e europeu, Artur do Cruzeiro Seixas nasceu em 1920, na Amadora. No seu longo percurso artístico, conta com uma fase expressionista, outra neo-realista e outra, com início no final dos anos 40, mais prolongada, em que integra o movimento Surrealista Português, ao lado de Mário Cesariny, Carlos Calvet, António Maria Lisboa, Pedro Oom ou Mário Henrique Leiria. Foi um dos seus precursores e atualmente é considerado um dos seus máximos expoentes, considerando-se que o surrealismo fantástico visível na sua obra tenha tido como principal inspiração o trabalho do artista De Chirico.

 

 

18
Mar21

VISITA AO MUSEU | MUSEU SOROLLA, MADRID

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O Museu Sorolla está localizado na casa do artista Joaquín Sorolla, nascido em Valência em 1863.

Sorolla construiu esta casa quando ele já era um artista conhecido e aqui viveu em 1911 com sua esposa e eterna musa, Clotilde García del Castillo e seus três filhos - María Clotilde, Joaquín e Elena.

Após a morte do artista em 1923, sua família doou a casa e suas coleções ao Estado e abriu como museu em 1932.

 

18
Mar21

VISITA AO MUSEU | A NATIONAL GALLERY DE LONDRES

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A National Gallery Collection, em Londres, contém mais de 2.300 obras, incluindo muitas obras famosas, como 'Arnolfini Portrait' de van Eyck, 'Rokeby Venus' de Velázquez, 'Temeraire Fighting' de Turner e 'Sunflowers' de Van Gogh.

Todas as principais tradições da pintura da Europa Ocidental são representadas desde os artistas do final da Itália medieval e renascentista, até os impressionistas franceses.

 

23
Fev21

O CONHECIMENTO SECRETO - David Hockney

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O artista David Hockney discute sua teoria de que os artistas usavam secretamente dispositivos óticos, como espelhos e lentes, na criação de seus trabalhos já no século XV. Exemplos da arte flamenga e italiana são estudados enquanto ele examina como pinturas famosas tiveram seus famosos mistérios resolvidos; ele também faz comparações com filmes modernos e imagens digitais.

Documentário 1/2

Documentário 2/2