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Biblioteca Escolar ESJP

18
Mar21

GUIA PARA UMA INTERNET SEGURA

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A utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) tem transformado profundamente a forma como as pessoas vivem: como aprendem, trabalham, ocupam os tempos livres e interagem, tanto nas relações pessoais como com as organizações.

A par de todas as possibilidades e benefícios da sua utilização, nomeadamente ao nível do acesso ao conhecimento, da colaboração entre pessoas e organizações, da inclusão social e da criação de riqueza, torna-se necessário assegurar, como para qualquer outro meio de interação, mecanismos e estratégias apropriados para minimização de eventuais abusos ou ilegalidades que ocorram com a utilização destas tecnologias.

Guia para uma internet segura - LER

https://www.internetsegura.pt/

 

 

12
Mar21

UMA CANÇÃO PARA O FUTURO

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Todos somos responsáveis

As mudanças climáticas são a maior ameaça ambiental do século XXI, com consequências profundas e transversais a várias áreas da sociedade: económica, social e ambiental.

Todos nós, sem excepção, estamos a ser afectados por esta questão: cidadãos comuns, empresas, governos, economias e, mais importante de todos, a natureza.

Mudanças climáticas sempre foram registadas ao longo dos milhares de anos que o planeta Terra tem. O problema prende-se com o facto de, no último século, o ritmo entre estas variações climáticas ter sofrido uma forte aceleração e a tendência é que tome proporções ainda mais caóticas se não forem tomadas medidas.

A ocorrência de ondas de calor e secas são fenómenos cada vez mais frequentes, e as consequentes perdas agrícolas representam uma ameaça real para as economias mundiais.

No cerne destas mudanças estão os chamados gases de efeito estufa, cujas emissões têm sofrido um aumento acentuado. O CO2 (dióxido de carbono) é o principal gás negativo desses designados de efeito estufa, e são consequência directa do uso/queima de combustíveis fósseis como o carbono, o petróleo e o gás com fins de produção energética.

Ouvir a canção AQUI

 

11
Mar21

A PANDEMIA FOI O PRIMEIRO GRANDE ENSAIO A NÍVEL GLOBAL DE COMO SE PODE CONTROLAR POPULAÇÕES

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Boaventura de Sousa Santos nasceu em Quintela, freguesia de São Pedro de Alva, no distrito de Coimbra. Licenciou-se em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra em 1963. No final do curso, rumou a Berlim para estudar filosofia do direito. Fez uma pós-graduação e viveu a experiência dos dois mundos da guerra fria separados pelo Muro de Berlim. Dois anos depois, regressou a Coimbra e durante um breve período foi assistente da Faculdade de Direito. Em finais dos anos 1960, partiu para a Universidade de Yale com o objetivo de se doutorar. A sua tese de doutoramento, publicada pela primeira vez em português em 2015 (Direito dos Oprimidos, Almedina), é um marco fundamental na sociologia do direito, que resultou do trabalho de campo centrado em observação participante numa favela do Rio de Janeiro.

Aqui em entrevista ao Sapo24

 

 

 

 

08
Mar21

DIA INTERNACIONAL DA MULHER

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O Dia Internacional da Mulher, proclamado pela Organização das Nações Unidas em 1975, é hoje um marco comemorativo das conquistas sociais, políticas e económicas que as mulheres conquistaram no passado.

Apesar das desigualdades ainda existentes, há que reconhecer também que foi considerável o progresso dos direitos das mulheres nas últimas décadas, existindo hoje vários diplomas que proclamam o dever de garantir o tratamento igual perante a lei a todas as pessoas, independentemente do género, e legislação que atua no combate a todas as formas de discriminação.

Em Portugal, a consciência de não discriminação em função do género tem nos últimos anos somado conquistas expressivas orientadas pelos princípios constitucionais da igualdade e da não discriminação e da sua promoção como uma das tarefas fundamentais do Estado.

A título de exemplo, em 2018, a lei passou a prever medidas de promoção da igualdade remuneratória entre mulheres e homens por trabalho igual e de igual valor, através de políticas remuneratórias transparentes assentes em critérios objetivos (como mérito, produtividade, assiduidade ou antiguidade), que são, por definição, comuns a homens e mulheres.

Em 2019, as alterações ao Código do Trabalho trouxeram novidades em matéria de proteção na parentalidade e constituíram um passo importante no sentido de melhorar as possibilidades de conciliação entre a vida profissional e a vida familiar e, indiretamente, de promover a igualdade de género.

A verdade é que, apesar de todos os progressos conseguidos no plano do direito, nenhum país no mundo atingiu a igualdade plena de género, continuando a existir muitas áreas onde ainda é necessário intervir.

Desde logo, as mulheres ainda recebem, em média, menos do que os homens e têm mais dificuldades em conseguir encontrar o equilíbrio entre a vida familiar e profissional.  A representação política é a evidência mais clara da discriminação com as mulheres a ocuparem, apenas, cerca de um quarto das cadeiras nos parlamentos de todo o mundo. A violência exercida contra as mulheres escala a um ritmo preocupante, multiplicando-se nos meios de comunicação social notícias que dão conta de um aumento do número de casos de violência doméstica no atual contexto pandémico. As mulheres continuam, ainda, a representar o maior número de responsáveis pelo trabalho não pago e pelo trabalho doméstico.

Portanto, apesar dos progressos conquistados no plano do direito e da generalizada consciência sobre a igualdade de género, isso não nos deve consentir um estado de conformação com uma realidade que continua, ainda, a penalizar as mulheres.

É necessário dar tradução prática aos direitos conquistados e defendê-los no espaço público. É fundamental concretizar o espírito da lei na realidade social porque, enquanto esta concretização não acontecer, as alterações e reformas legais terão um efeito limitado.

Num mundo ideal não seria necessário celebrar o Dia da Mulher, mas a verdade é que ainda estamos muito longe do mundo ideal. Enquanto não for reconhecida a homens e mulheres a mesma igualdade de tratamento e de oportunidades e se ultrapassarem os preconceitos que decorrem de papéis estereotipados, este dia será necessário.

 

no "Público", 8 março de 2021

 
 
 
 
 

 

19
Jun20

Normose: a patologia da normalidade

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Roberto Crema, psicoterapeuta há mais de 40 anos fala da patologia da normalidade, que são hábitos, atitudes, comportamentos dotados de consenso social. Por exemplo, a guerra legal é talvez o mais mortífero dos comportamentos da normose.

A normose é uma doença típica de momentos onde predomina a violência, a intolerância, a falta de saber escutar, a corrupção, a desumanidade, numa só palavra - o egocentrismo - gente que não se importa.

O racismo, o machismo, a homofobia são normoses. Podemos ainda falar de outros tipos de normose. A normose ambiental ou a normose da especialização...