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Biblioteca Escolar ESJP

30
Set21

CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO NAZIS

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A expressão “campo de concentração” tornou-se muito conhecida em nosso vocabulário por causa dos campos construídos pelos nazis durante o período que estiveram no poder da Alemanha (1933-1945). Os campos de concentração nazis foram utilizados para receber todas as pessoas que eram entendidas como opositoras ao regime e “inferiores” (do ponto de vista racial da ideologia nazi).

O primeiro campo de concentração construído pelos nazis foi o de Dachau, inaugurado em 1933. Dachau foi criado após um anúncio de Heinrich Himmler (um dos grandes líderes do partido nazi) de que um campo de concentração para prisioneiros políticos seria construído naquela região (Dachau estava nas imediações de Munique, na Alemanha). Esse campo foi designado para receber comunistas e social-democratas, e os primeiros 200 prisioneiros chegaram em 22 de março de 1933.

Logo nos primeiros dias de funcionamento de Dachau, tornaram-se públicas informações que mencionavam a violência com a qual os prisioneiros eram tratados. Com pouco mais de um mês de funcionamento, cerca de 12 prisioneiros haviam sido assassinados pelos guardas de Dachau. A criação de Dachau serviu como precedente e de inspiração para que outros campos de concentração fossem criados na Alemanha.

O historiador Richard J. Evans fala que o surgimento dos campos de concentração durante o período nazi não foi um acaso ou uma necessidade de abrigar uma população carcerária que aumentou consideravelmente com a perseguição promovida pelos nazis, mas foi um ato premeditado que fazia parte da ideologia nazi e que havia sido defendido por Hitler e denunciado por outros grupos da sociedade alemã ao longo da década de 1920.

Ao longo dos anos, os nazis construíram novos campos de concentração, que recebiam, além dos opositores políticos do regime, os considerados “inválidos”, isto é, pessoas com distúrbios mentais e físicos. Essas pessoas eram enviadas para campos de extermínio específicos, que foram construídos entre 1939 e 1941.

Os campos de extermínio desenvolveram um método que foi utilizado em larga escala pelos alemães contra os judeus: o uso das câmaras de gás. A princípio, as câmaras de gás construídas assassinavam as pessoas com o uso de monóxido de carbono. As vítimas eram encaminhadas para chuveiros, mas em vez de água saía o gás da tubulação, matando as vítimas de asfixia.

Ao todo, nesse programa de extermínio de pessoas “inválidas”, foram mortas 70.273 pessoas até agosto de 1941, quando o programa foi interrompido. Esse programa foi exportado em uma dimensão muito maior para a Solução Final, o programa de extermínio dos judeus. O desenvolvimento do projeto de uso das câmaras de gás para o extermínio dos judeus foi designado por Odilo Globocnik, que trouxe parte da equipe responsável pelo projeto de extermínio dos “inválidos”.

O primeiro campo de concentração para o extermínio de judeus desenvolvido por Globocnik foi o de Belzec, na Polónia. Esse campo foi designado para matar os judeus que lá chegassem o mais rápido possível. A ideia era construir as câmaras de gás e utilizar o monóxido de carbono para a execução. Posteriormente, os nazis passaram a utilizar o Zyklon-B, produzido inicialmente para ser um pesticida, mas que se mostrou eficaz na execução de seres humanos.

Um parêntese importante é que os nazis ordenaram a construção de campos de concentração, aqueles cuja função era abrigar os judeus, campos de trabalho forçado, cuja função era a de explorar sua mão de obra, e também campos de extermínio, aqueles cuja única função era atuar como uma fábrica da morte.

 

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...e ainda AQUI a lista dos principais campos de concentração nazis

 

 

 

29
Set21

O QUE APRENDEMOS COM A MÚSICA | COGITO

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Filme completo da imperdível conversa sobre o significado da música, realizada a 23 de setembro no COGITO entre Rui Vieira Nery e Pedro Carneiro. Apenas um cheirinho:
Rui Vieira Nery define música: "No filme do Frankenstein estão a cozer pedaços de cadáver, carne morta, e depois ligam umas coisas, vem um raio, faz-se um clique, e o cadáver levanta-se.
Há um raio de energia que dá vida a pedaços de carne morta, e que escapa a qualquer tipo de análise".
 
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28
Set21

A CASA DE ANNE FRANK EM AMSTERDÃO

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Durante mais de dois anos que Anne Frank e a sua família viveu no anexo do edifício em Prinsengracht 263 onde o pai de Anne, Otto Frank, também tinha um negócio. A família Van Pels e Fritz Pfeffer também se escondeu aqui com eles. A porta para o anexo estava fechada por detrás de uma estante amovível construída especialmente para este fim. Os trabalhadores sabiam do esconderijo e ajudavam as oito pessoas dando-lhes comida e noticias sobre o que ia acontecendo no mundo lá fora. A 4 de Agosto de 1944, o esconderijo foi descoberto. As pessoas que se encontravam escondidas foram deportadas para vários campos de concentração. Apenas Otto Frank sobreviveu à guerra.

Hoje em dia, os quartos na Casa de Anne Frank, embora vazios, ainda respiram a atmosfera sentida neste período de tempo. Citações do seu diário, documentos históricos, fotografias, pequenos filmes, e objectos originais que pertenceram aqueles que se encontravam escondidos e às pessoas que os ajudavam ilustram os eventos que decorrem neste lugar. O diário original de Anne Frank e outros apontamentos encontram-se disponíveis para serem vistos no museu. No espaço multimédia, os visitantes podem entrar numa "viagem virtual" pela Casa de Anne Frank, obtendo informação sobre as pessoas que se encontravam escondidas e sobre a Segunda Guerra Mundial. Uma exposição contemporânea é apresentada na sala de exibições

 

 

 

 

27
Set21

KIKI VAN BEETHOVEN | TEATRO MERIDIONAL

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SINOPSE

Uma máscara de Beethoven, encontrada por acaso num mercado de rua, vai mudar a vida de Cristina, uma mulher que já ultrapassou há muito os sessenta anos, assim como a vida das suas amigas que habitam com ela uma residência sénior.

Beethoven, o compositor que ensurdeceu, é aqui evocado nessa dimensão simbólica e através da música que compôs, desencadeando em cada uma das personagens uma jornada iniciática, levando-as ao confronto com dimensões, emoções e acontecimentos das suas próprias vidas, ensurdecidas consciente e inconscientemente como forma de ocultar mágoas e todo e qualquer sofrimento.

Um texto emocional que, sem nunca perder a contundência, combina profundidade e humor, confronta-nos também com esta incapacidade crescentemente contemporânea de escutar os sinais do mundo, dos outros e de nós próprios, submersos que estamos numa sensação crescente de vertigem, pressa e mundos de virtualidade.

 

A NÃO PERDER!!!

 

 

27
Set21

O TERRORISTA ELEGANTE | SUGESTÃO DA SEMANA | PNL

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O Terrorista Elegante e Outras Histórias reúne três novelas escritas a quatro mãos pelos dois amigos com base em peças de teatro encomendadas por grupos de teatro portugueses. 

“As três novelas que constituem este livro têm por base peças de teatro escritas em conjunto pelos autores em tempos diferentes. O primeiro conto, “O terrorista elegante”, resultou de uma encomenda do grupo de treatro A Barraca, de Lisboa. Os dois últimos, “Chovem amores na rua do matador” e “A caixa preta” , foram  escritos como resposta a convites do Trigo Limpo – Teatro ACERT, de Tondela, Portugal.

Escrevemos “Chovem amores na rua do matador” e “A caixa preta” trocando mensagens, a partir de cidades diferentes, um acrescentando o texto do outro. “ O terrorista elegante” foi quase inteiramente escrito em Boane, Moçambique, num jardim imenso, à sombra de um alpendre de colmo. Ali passámos dias, sentados à mesma mesa, cada um diante de um computador, rindo, brincando e apostando na negação da ideia de que a criação literária é sempre um ato profundamente solitário.”

José Eduardo Agualusa e Mia Couto (2019) 

in O Terrorista Elegante (2019) Quetzal Editores

 

José Eduardo Agualusa nasceu na cidade do Huambo, em Angola, a 13 de dezembro de 1960. Estudou Agronomia e Silvicultura. Viveu em Lisboa, Luanda, Rio de Janeiro e  Berlim. É romancista, contista, cronista e autor de literatura infantil. Os seus romances têm sido distinguidos com os mais  prestigiados  prémios nacionais e estrangeiros, como o Independent ou o IMPSC Dublin, tendo sido finalista do Booker.

 

Mia Couto nasceu  na cidade da Beira, em 1955, e tem formação em Biologia. Entre outros, recebeu o Prémio Camões em 2013, o União Latina em 2007, o Vergílio Ferreira em 1999, ou o Neustadt  em 2014 – e é autor de livros tão marcantes  como Terra SonâmbulaO Último Voo do Flamingo ou Vozes Anoitecidas.

 

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23
Set21

RETRATO DE DORIAN GRAY | ÓSCAR WILDE

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Começou por ser uma novela (ou pequeno romance) em 13 capítulos, intitulada O Retrato de Dorian Gray, e ocupou as primeiras cem páginas do número da revista em que foi publicada, em Julho desse ano (a Lippincott’s Monthly Magazine). Contudo, o texto publicado na revista não foi exactamente o texto enviado por Wilde. Certamente em nome do gosto burguês dos leitores mais convencionais da revista, Stoddart suprimiu cerca de 500 palavras das 50 mil que a narrativa continha, procurando, assim, suavizar ou branquear as referências à promiscuidade sexual de Dorian, as alusões homoeróticas em particular, bem como outras que pudessem evidenciar o perfume decadentista da personagem. Tal edição de texto (também se lhe pode chamar censura, evidentemente) terá sido feita à revelia do autor. Não se conhece, pelo menos, prova documental (cartas, por exemplo) de que tenha ocorrido de outro modo. Não obstante, a recepção crítica e jornalística da história do retrato que envelhece e envilece enquanto o seu modelo permanece jovem e belo não foi pacífica, não tanto nos EUA, mas sobretudo no Reino Unido, onde a revista era distribuída pela firma Ward, Lock & Company, que um ano depois publicará a obra em livro. O Daily Chronicle, de Londres, verberou a “frivolidade efeminada”, a “estudada insinceridade”, o “teatral cinismo”, a “pomposa vulgaridade” da obra: “Um livro venenoso, cuja atmosfera está carregada dos vapores mefíticos da putrefacção moral e espiritual”. O Scotts Observer falou em “estrumeira” e a St. James’s Gazette reclamou a proibição da obra. Um livreiro londrino recusou-se, aliás, a vendê-la. Enfim, um succès de scandale.

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23
Set21

NARCISO | O MITO

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Narciso era um jovem de incrível beleza. Porém, por muitas que fossem as mulheres a se apaixonarem por ele, ele rapidamente se dizia incapaz de amar qualquer uma delas. Até que um dia, farta de todas essas rejeições contínuas, uma dada jovem - ou seria ela uma ninfa? - lhe desejou que este se viesse a apaixonar por si mesmo. E, por intervenção divina, assim aconteceu - um dado dia, enquanto bebia água de um pequeno ribeiro, o herói olhou para si mesmo, estacou por um breve momento, e... apaixonou-se. Não por outra mulher, ou por um mero homem, ou mesmo por uma deusa do Olimpo, mas só por si mesmo. Completamente apaixonado, este jovem foi então incapaz de afastar o olhar por um só segundo que fosse, deixou-se ficar nesse local por horas, dias, semanas... até falecer de fome e de cansaço, mas num "júbilo" constante de se amar a si próprio.

 

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23
Set21

REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

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Revolução Industrial (aproximadamente de 1820 a 1840, iniciado desde o desenvolvimento da máquina a vapor inventada por james Watt em 1760) foi um processo de grandes transformações económico-sociais que começou na Inglaterra no século XVIII.

O modo de produção industrial espalhou-se por grande parte do hemisfério norte durante todo o século XIX e início do século XX.

Produzir mercadorias ficou mais barato e acessível, porém trouxe a desorganização da vida rural e estragos ao meio-ambiente.

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23
Set21

ERA VITORIANA EM INGLATERRA

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Era Vitoriana corresponde ao período do reinado da Rainha Vitória, que vai de 1837 a 1901. É um dos mais importantes períodos da história britânica por conta das grandes mudanças que o Reino Unido passou durante o século XIX. Estas mudanças aconteceram nos planos econômico, político e social, e ajudaram a moldar o que o país é hoje.

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23
Set21

FAUSTO | GOETHE

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Fausto, (Fauto I -1806; Fausto II - 1832 ) além de ser a obra simbólica da vida de Goethe, adquire também significado universal por materializar o mito do homem moderno, o homem que busca dar significado a sua vida, que precisa tocar o eterno e compreender o misterioso. Sob este aspecto, o mito faústico transforma-se em um “mito vivo”, um relato que confere modelo para a conduta humana.

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22
Set21

OSCAR WILDE , O DANDI REBELDE

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Oscar Wilde foi talvez o mais importante dramaturgo da época vitoriana. Criador do movimento dândi, que defendia o belo e o culto da beleza como um antídoto para os horrores da época industrial, Wilde publicou a sua primeira obra em 1881, a que se seguiram duas peças de teatro. A partir de 1887 iniciou uma fase de produção literária intensa, em que escreveu diversos contos, peças de teatro, como A Importância de se Chamar Ernesto, e um romance. Em 1895, foi acusado de homossexualidade e violentamente atacado pela imprensa, tendo-se envolvido num processo que o levou à prisão. Morreu em Paris em 1900.

 

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21
Set21

ANNE FRANK - UM EXEMPLO DE TENACIDADE

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Anne Frank (1929-1945) foi uma jovem judia vítima do regime nazi. Morreu no campo de concentração de Bergen-Belsen, na Alemanha, deixando escrito um diário, que foi publicado por seu pai, sobrevivente do campo de concentração de Auschwitz (Polónia), intitulado "O Diário de Anne Frank".

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20
Set21

JOSÉ AUGUSTO FRANÇA - MAIS QUE UM HISTORIADOR DE ARTE

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Nasceu em Tomar em 1922 e morreu neste sábado (18.09.2021) em Jarzé, localidade francesa perto de Angers, mas foi em Lisboa e Paris que José-Augusto França passou a parte mais produtiva da sua vida. Referência como historiador de arte e nos estudos olissipográficos, deixou também obra na ficção e na crítica de cinema.

A família de José-Augusto França mudou-se de Tomar para Lisboa quando este tinha cinco meses. Começa a sua extensa colaboração na imprensa aos 18 anos, ao escrever crítica de cinema para O Diabo. Em 1945, na sequência da morte do pai, que tinha negócios em Angola, passa um ano em África, mas não se adaptou e regressou a Lisboa, onde publicou um dos primeiros romances críticos do colonialismo, Natureza Morta. É nesta fase que se integra no movimento artístico e intelectual, aquando da criação do Grupo Surrealista de Lisboa, onde se dá com Mário Cesariny, Alexandre O"Neill ou Vespeira, tendo inclusive feito uma incursão na pintura e exposto no primeiro Salão Surrealista, em 1949.

Foi editor do Grande Dicionário de Língua Portuguesa e entre 1951 e 1956 editou o conjunto de cinco publicações Unicórnio, Bicórnio, Tricórnio, Tetracórnio e Pentacórnio, que antologiava inéditos de autores contemporâneos como Almada Negreiros, António Sérgio, Jorge de Sena, Eduardo Lourenço, Vitorino Nemésio, entre outros.

Em 1959, ruma a França, que já tinha visitado em 1946, e onde conhece figuras da cultura como Roland Barthes ou André Breton. Discípulo de Pierre Francastel, é aí que se licencia em Ciências Históricas e Filosóficas, tendo mais tarde completado doutoramentos em História (sobre a reconstrução pombalina de Lisboa, 1962) e em Letras (sobre o romantismo português, 1969) na Sorbonne. Anos mais tarde, entre 1980 e 1986 é diretor do Centro Cultural Português da Fundação Calouste Gulbenkian.

Com o 25 de Abril regressa a Portugal, onde cria o curso de História de Arte na Universidade Nova de Lisboa, mas, casado com uma historiadora de arte francesa, acaba por dividir-se entre Portugal e França.

Entre os cerca de cem livros que publicou escolheu 16 em 2017 para serem reeditados pela Imprensa Nacional Casa da Moeda (INCM). Entre estes destacam-se Lisboa Pombalina e o Iluminismo, A Arte em Portugal no Século XIX, A Arte em Portugal no Século XX, História da Arte Ocidental, 1750-2000 e Lisboa, História Física e Moral. Mas também são uma referência as suas monografias sobre Almada Negreiros e Amadeo de Souza-Cardoso.

Para breve, segundo a Lusa, a INCM prevê a publicação de Estudos das Zonas ou Unidades Urbanas de Carácter Histórico-Artístico em Lisboa, levantamento efetuado por José-Augusto França sobre o património da cidade, em 1967, e que inclui a proposta de Salvaguarda do Património Artístico Arquitectónico e Histórico dos Bairros Tradicionais da Cidade de Lisboa, com plantas, desenhos, um levantamento fotográfico de 292 imagens, realizado em 1968, e o texto do historiador.

Entre outras distinções, José-Augusto França foi agraciado com a Ordem do Infante D. Henrique (1991) e a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique (2006). "Numa época em que a arte portuguesa tem vindo a alcançar o reconhecimento internacional há muito devido, é justo lembrar o muito que devemos a quem incansavelmente produziu um discurso crítico e histórico sobre as artes em Portugal. E ninguém o faz com mais intensidade, sabedoria e distinção do que José-Augusto França", reagiu o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, em nota de pesar.

Fonte DN.pt

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